Neurologia · Dra. Mayara Teles
Dilatação da parede de uma artéria cerebral que pode levar a sangramento grave. Diagnóstico precoce e acompanhamento especializado são essenciais.
Os aneurismas cerebrais ocorrem em 3% a 5% da população geral e são caracterizados por deterioração estrutural da parede arterial, levando a uma dilatação focal que a torna mais frágil. A complicação mais temida é a ruptura, causando hemorragia subaracnoide — uma emergência médica grave.
Fatores como genética, tabagismo, hipertensão arterial, alcoolismo e exercícios físicos extenuantes estão associados ao maior risco de ruptura.
O tratamento depende de tamanho (geralmente maiores que 7mm), forma, localização e presença de fatores de risco. Em alguns casos, não há indicação de intervenção — apenas acompanhamento com exames a cada 6 a 12 meses.
A velocidade de crescimento do aneurisma é o maior determinante de indicação de tratamento invasivo, pois sinaliza processo inflamatório ativo e maior risco de ruptura.
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